conhecer sua própria complexidade
Não sei como é essa frase em grego, mas se soubesse ela ficaria num pedacinho de tábua, em cima da porta da minha cozinha, tipo como na cena do Oráculo no filme Matrix. Sinceramente, para mim só existem dois tipos de seres humanos que consigo distinguir: os mononucleados e os complexos.
Não conta o gênero ou a opção sexual, a cor ou a etnia, a grana ou a falta dela. Complexidade é uma conquista de poucos e poucas e tem filósofo e psicanalista que passou a vida inteira estudando isso. Nessa vida, conhecemos pouco seres complexos e eles são bons. Por força de ofício (os que escolhi para mim, que são dois) encontro muita pessoas com potencial e eu pelejo com elas. Com força. Chego a ser chato uma porrada de vez.
Mas falho várias vezes também, permanecendo na labuta por pura, e incorrigível, esperança. Não só de que novas complexidades passem pelo meu caminho, como também pela esperança de que a minha complexidade se transforme em algo cada vez mais profunda – e eu mais louco por tabela. Porque da minha loucura inofensiva haverá de nascer ao menos um sorriso inigualável.










Afff, q coisa mais complexa!
rsrsrs
29 maio 2008 :: 05:35