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	<title>Todos os Nomes &#187; blogue</title>
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	<description>conheces o nome que te deram, não conheces o nome que tens. não tomamos decisões, são as decisões que nos tomam a nós *</description>
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		<title>humanidade, no dicionário de Saramago</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 14:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saramago]]></category>

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		<description><![CDATA[Têm razão os cépticos quando afirmam que a história da humanidade é uma interminável sucessão de ocasiões perdidas. Felizmente, graças à inesgotável generosidade da imaginação, cá vamos suprindo as faltas, preenchendo as lacunas o melhor que se pode, rompendo passagens em becos sem saída e que sem saída irão continuar, inventando chaves para abrir portas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Têm razão os cépticos quando afirmam que a história da humanidade é uma interminável sucessão de ocasiões perdidas. Felizmente, graças à inesgotável generosidade da imaginação, cá vamos suprindo as faltas, preenchendo as lacunas o melhor que se pode, rompendo passagens em becos sem saída e que sem saída irão continuar, inventando chaves para abrir portas órfãs de fechadura ou que nunca tiveram.</p>
<p><em>In As Pequenas Memórias, Editorial Caminho, p. 223</em></p>
<p>(Seleção de Diego Mesa, no <a href="http://caderno.josesaramago.org/2010/06/01/humanidade/" target="_blank">Blog do Saramago</a>)</p>
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		<title>dicionário de politiquês para os normais</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 20:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>

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		<description><![CDATA[Dicionário de Politiquês é o novo livro de Vito Giannotti, escritor e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dicionário de Politiquês é o novo livro de Vito Giannotti, escritor e coordenador do Núcleo Piratininga de Comunicação (NPC). Escrita em parceria com Sérgio Domingues, a publicação é um manual prático de linguagem para ser usado todos os dias por quem deseja se comunicar com muitas pessoas. São cerca de 3.500 verbetes incompreensíveis traduzidos para a língua dos &#8220;normais&#8221;, ou seja, para a grande maioria da população que não passou mais do que oito anos nos bancos escolares.</p>
<p>Vito Giannotti já escreveu outros livros sobre o tema. Essa preocupação vem do reconhecimento da importância da linguagem na disputa de hegemonia, ou seja, na disputa por uma nova visão de mundo, por novos valores, para que se chegue à organização da classe trabalhadora para a transformação. &#8220;Temos que convencer vários milhões de que é necessário mudar os rumos, participar, se mobilizar e tomar o poder das mãos dos nossos inimigos de classe. E como se convence? Comunicando. Em que língua? Na que todos entendem&#8221;, afirma o autor. Leia a entrevista dele reproduzida pela Agência Envolverde.</p>
<p><strong>Como surgiu a ideia de escrever esse Dicionário de Politiquês? </strong></p>
<p>A necessidade de escrever esse livro vem da constatação de que muitas vezes a linguagem que os sindicalistas, os jornalistas sindicais e os militantes de esquerda falam se torna muito difícil para aquelas pessoas que eu costumo chamar de “normais”. Ou seja: a maioria. Essa constatação é evidente, basta perguntar a quem está assistindo a uma palestra ou um debate. Provavelmente essa pessoa vai confessar que entende muito pouco do que está ouvindo. Isso também acontece com a escrita. Se alguém vai ler um texto e não conhece sete, oito ou dez palavras, acaba se distraindo e não consegue entender o sentido geral daquela mensagem. Isso eu descobri quando trabalhava como metalúrgico em São Paulo, durante uns vinte anos. Percebi que o discurso feito por nós, militantes de esquerda, revolucionários, era muito bom, muito bonito, tinha um conteúdo muito rico, mas tinha um pequeno problema: o público-alvo. Aqueles que queríamos convencer não conseguiam compreender nossa mensagem sobre a necessidade de mudança e a importância da luta.</p>
<p><strong>E essa preocupação vem desde quando mais ou menos?<span style="font-weight: normal;"> </span></strong></p>
<p>Desde a década de 1970 comecei a discutir esse assunto com outros companheiros que faziam comigo os boletins clandestinos, os jornais sindicais. Nós até inventamos a palavra operariês, que é exatamente o contrário do intelectualês. E percebemos que havia ainda outros ês: o juridiquês do advogado; o economês, típico dos economistas; o politiquês etc. Vimos então que era essencial se preocupar com a linguagem. A partir daí escrevi vários livros ao longo desses anos para tratar dessa questão. O primeiro deles foi O Que é o Jornalismo Operário (Brasiliense). Depois veio o Manual de Linguagem Sindical (NPC) escrito com Claudia Santiago e Sérgio Domingues, que foi um ensaio de dicionário. A argumentação de todos eles é a mesma: a necessidade de falar a língua que o pessoal entende. Aí vem uma velha questão, que é muita gente achar que estamos “rebaixando” a linguagem. Não se trata de rebaixar, mas sim de traduzir. É muito simples: eu falo casa com quem entende a língua portuguesa, mas não adianta falar casa com franceses. Com estes tenho que falar maison, se não a mensagem não será transmitida. Ou seja, você tem que saber muito bem duas línguas: a que você está falando, e aquela para a qual você quer traduzir. Isso não é rebaixar, é fazer entender. Por exemplo: como você vai usar a expressão “Calcanhar de Aquiles”? 95% da população nunca viu Aquiles, não sabe quem foi ele, o que isso significa. Você pode, então, substituir por “o nosso ponto fraco”, “nossa dificuldade”. Pode falar da maneira que quiser, mas não “Calcanhar de Aquiles”. Este só para doutores, ou quem conhece mitologia grega.</p>
<p><strong>Você citou outros livros já escritos sobre essa questão – como o Muralhas da Linguagem, por exemplo. Qual seria a principal diferença desses anteriores para esse Dicionário?</strong></p>
<p>O Muralhas da Linguagem é bem diferente. São cerca de 250 páginas de argumentação e de explicação do porquê dessa dificuldade de alguns de se entender uma linguagem mais elaborada. A ideia central do Muralhas é que a causa dessa diferença está no nível de escolaridade. O problema é que um engenheiro ficou nos bancos escolares durante 25 anos&#8230; A mesma coisa um médico, um psiquiatra, um dentista etc. E a imensa maioria dos trabalhadores do mundo, quantos anos estudaram? A média no Brasil é seis anos. Quem ficou seis anos não entende “calcanhar de Aquiles”, “irreversível”, “irreconciliável”. Então tem que traduzir! Quando você quer usar uma palavra que considera importante, pode introduzi-la, mas depois explica, traduz logo em seguida. Eu posso, por exemplo, dizer “na atual conjuntura, ou seja, na situação em que vivemos hoje&#8230;”. Assim eu uso um termo novo, e não estou impedindo a compreensão. Mas é preciso ter cuidado para não exagerar. Em um artigo de duas laudas, posso fazer isso uma ou duas vezes, no máximo, se não o nosso artigo se torna uma aula de português.</p>
<p><strong>Voltando à questão da diferença entre os livros sobre linguagem. Podemos dizer que enquanto Muralhas da Linguagem discute a teoria, o Dicionário é um manual para o dia-a-dia de quem vai se comunicar?</strong></p>
<p>Isso. O primeiro é uma conversa para mostrar a necessidade de se usar uma linguagem compreensível por todo mundo. Já o Dicionário de Politiquês é prático: após uma rápida introdução, entra uma lista de cerca de 3500 verbetes, relacionados a uma ou duas frases que dizem a mesma coisa de maneira clara. Então este dicionário não é para ensinar a usar as palavras difíceis, mas sim para o contrário: para aprender a traduzir. Se tem lá “irreversível”, não é para usar essa palavra, mas sim para usar outro termo ou expressão no lugar.</p>
<p><strong>Para quem você indica o Dicionário de Politiquês?</strong></p>
<p>Ele é para professores, jornalistas, sindicalistas, formadores, militantes políticos que vivem o tempo inteiro falando com muita gente. Ou seja: é para todo mundo que quer conversar com o povo. Para quem estudou mais de doze anos, ou então para quem já aprendeu a falar outra língua, quem tem uma certa vivência política e social e frequenta reuniões, debates, seminários, cursos, encontros, palestras&#8230; Essa pessoa também precisa de dicionário.</p>
<p><strong>E como você foi recolhendo essas expressões, essas palavras?</strong></p>
<p>Em cada curso que dou pelo Brasil afora escuto dezenas de palavras complicadas. Então cada vez que eu escutava um termo ou frase, anotava. E não foi só ouvindo não, foi também muitas vezes lendo artigos de jornais para metalúrgicos e até mesmo para professores de escolas públicas. Assim juntei essas 3500, mas teria muito mais. Quero chegar a 5000, e isso não é difícil.</p>
<p><strong>Como você disse, essa preocupação com a linguagem já tem uns 40 anos. Você acha que a esquerda em geral, os movimentos sociais e os sindicatos não aprenderam a se comunicar?</strong></p>
<p>Não é que nós da esquerda não aprendemos não. Na verdade nunca quisemos aprender, porque isso não interessa. Na visão geral da esquerda essa discussão de linguagem é besteira, porque o “importante é a política, é a mensagem, e o povo tem que entender”. Também acho que o povo tem que entender, mas quais são as condições que existem para essa compreensão? Bem, a culpa é nossa porque, primeiro, a nossa luta ainda não foi suficiente para que no Brasil haja uma maior escolaridade. Segundo: ainda não nos convencemos que esse problema da linguagem é real e é sério. Nos sindicatos, nos meios de esquerda, a atitude geral é a seguinte: o importante é o conteúdo, é a mensagem&#8230; Com isso se deixa de lado a forma, a preocupação com a língua que se fala. Não adianta transmitir uma mensagem maravilhosa se for em uma língua que ninguém entende. Por isso a importância de se traduzir.</p>
<p>É claro que temos que fazer crescer o nível de conhecimento, e para isso temos que lutar por escolas decentes, universais, que ensinem de verdade, que ensinem o significado de todos esses termos. Mas infelizmente não é isso que temos no Brasil hoje. Na última estatística mundial do PISA [Programa Internacional de Avaliação de Alunos], de 55 países o Brasil ficou em último lugar em interpretação de textos. Esse é o quadro do nosso ensino. Com ele o povo não vai entender expressões como, por exemplo, “uma luta fratricida”. Então, precisamos lutar pelo acesso de todos e todas a uma educação de qualidade. Mas esse não é o papel dos nossos boletins, dos jornais, dos discursos&#8230; Nestes devemos usar as palavras que todos sabem.</p>
<p><strong>E você acha que, por outro lado, a burguesia se preocupa mais com a linguagem?</strong></p>
<p>A direita não tem muito problema para transmitir sua mensagem. A sua preocupação em manter a hegemonia é primeiramente na força. Eles têm a polícia para fazer obedecer, o exército para impor sua vontade, o judiciário para impor as leis da classe hegemônica&#8230; Mas às vezes a coerção não é suficiente, e então vem a preocupação com o convencimento, com a comunicação. E eles se preocupam mais do que nós com a comunicação. Basta prestar atenção no Jornal Nacional, analisar as palavras usadas e o tamanho das frases. Muito dificilmente você encontra uma com mais de 20 palavras. E essa é outra norma da linguagem. Além de não usar palavras complicadas, as frases têm que ser curtas. Alguns estudos já provaram que uma frase longa é chata, deixa de ser interessante, não desperta atenção, e a pessoa se distrai facilmente. A direita sabe disso, e aplica quando quer convencer. Nós de esquerda, que queremos fazer uma luta contra-hegemônica, temos uma obsessão “politicista”, ou seja, o importante é a política, e o resto é secundário. O conteúdo é importante sim, mas se não for comunicado para as chamadas “massas” acaba ficando restrito a um pequeno grupo de “entendidos”.</p>
<p><strong>Então a linguagem está diretamente ligada à disputa de hegemonia?</strong></p>
<p>Claro. Disputar a hegemonia significa, primeiro, disputar a visão de mundo, os valores, e levar a novas atitudes para se contrapor à atual forma de organização do mundo. Ou seja: mudar. Nessa nossa batalha contra-hegemônica, nós precisamos de duas coisas, como dizia Gramsci: precisamos ter convencimento da classe com a qual nós queremos fazer a transformação. E também precisamos de força, como a organização em partidos, em centrais, em sindicatos, em governos. Mas, para isso, temos que convencer vários milhões de que é necessário mudar os rumos do mundo, participar, se mobilizar e tomar o poder das mãos dos nossos inimigos de classe. E como se convence? Comunicando. Em que língua? Na que todos entendem.</p>
<address>Fonte: Envolverde/Revista Fórum</address>
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		<title>Redes sociais e flashmobs invadem a programação</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 15:18:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Até onde vai a bobagem humana? Essa pergunta sempre me vem, vez ou outra, quando leio jornais, sítios, blogs e outras fontes de informação nem sempre úteis. Estava lendo há pouco que três tendências em programação foram apontadas anteontem (dia 12/4), durante o painel &#8220;Fresh TV around the World&#8221;, no MipTV. O texto dizia que: na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até onde vai a bobagem humana? Essa pergunta sempre me vem, vez ou outra, quando leio jornais, sítios, blogs e outras fontes de informação nem sempre úteis. Estava lendo há pouco que três tendências em programação foram apontadas anteontem (dia 12/4), durante o painel &#8220;Fresh TV around the World&#8221;, no MipTV.</p>
<p>O texto dizia que: na tradicional apresentação da consultoria The Wit, que a cada evento mostra novidades em programas do mundo todo, os destaques foram os shows que envolvem as redes sociais, os flashmobs (mobilizações relâmpago feitas pela Internet) e programas voltados às famílias.</p>
<p>No programa israelense &#8220;The Frame&#8221;, por exemplo, casais ficam confinados em um cômodo de sua casa, com uma câmera fixa, e os internautas escolhem a cada dia quem deve sair do programa, através de clipes vistos na web ou nos celulares. Vê que bacana! Isso deve fazer a riqueza de alguém, tenho certeza. O sul-africano &#8220;Thumb Wars&#8221; faz uso da tecnologia dos smartphones para promover uma gincana, na qual toda a informação e as próprias tarefas são realizadas através dos celulares.</p>
<p>No &#8220;One World&#8221;, da Suécia, celebridades (sempre elas) têm que mobilizar o maior número de pessoas que conseguirem para realizar um flashmob, uma cena urbana inusitada, geralmente em locais públicos. Claro que tem gente que se dispõe a participar disso, pensando &#8220;o que tem demais? é só uma brincadeirinha, coisa sem importância, e eu ainda vou me divertir&#8221;. Também estão em alta os tradicionais <em>game shows</em> de auditório, principalmente os que envolvem competições entre famílias. Olha que novidade!</p>
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		<title>estratégias</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 14:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois livros ao mesmo tempo é uma coisa frequente em muitas cabeças e cabeceiras. Eu tenho dois, atualmente, do mesmo autor: Foucault.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://images.americanas.com.br/produtos/item/646/5/646546g.gif" alt="" width="193" height="193" /></p>
<p><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Recomendo, em especial, “Estratégia, Poder-Saber”. É o quarto volume da coleção Ditos &amp; Escritos, com um importante apanhado do pensamento do autor, apresentado em entrevistas, debates e palestras que ele participou.</span></p>
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		<title>quase na hora de ir comprar</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:44:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[  Caim, novo livro de José Saramago, está se coçando para aparecer na minha estante!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;">Caim, novo livro de José Saramago, está se coçando para aparecer na minha estante!</p>
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		<title>acho que pode esperar um pouco</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 01:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[malvadezas&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.todososnomes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/tirinha1322.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-433" title="tirinha1322" src="http://www.todososnomes.com.br/wp-content/uploads/2009/10/tirinha1322.gif" alt="tirinha1322" width="591" height="188" /></a></p>
<p><a href="http://www.malvados.com.br" target="_blank">malvadezas&#8230;</a></p>
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		<title>depois de meses, a praia</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 21:49:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[em Vitória-ES, a menos de 100 metros da água, mas sem nenhum sol. Torcendo pra que amanhã e sábado apareça um tiquim de luz pra melhorar a minha cor e tirar o mofo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>em Vitória-ES, a menos de 100 metros da água, mas sem nenhum sol. Torcendo pra que amanhã e sábado apareça um tiquim de luz pra melhorar a minha cor e tirar o mofo.</p>
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		<title>um chamado: Digital Open recebe inscrições</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 14:38:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto debatemos o futuro da mídia na era digital, com análises, projeções e observação (e precisamos mesmo fazer isso!) jovens de todo o mundo produzem conteúdo, inovam em tecnologia e protagonizam projetos, criando o futuro pelo presente constante. Conheço centenas de projetos voltados à participação de adolescentes na cultura digital, em geral com o objetivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://digitalopen.org/" target="_blank"><img class="alignright" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="do-logo2" src="http://www.todososnomes.com.br/wp-content/uploads/2008/12/do-logo2.png" alt="do-logo2" width="260" height="135" /></a>Enquanto debatemos o futuro da mídia na era digital, com análises, projeções e observação (e precisamos mesmo fazer isso!) jovens de todo o mundo produzem conteúdo, inovam em tecnologia e protagonizam projetos, criando o futuro pelo presente constante.</p>
<p>Conheço centenas de projetos voltados à participação de adolescentes na cultura digital, em geral com o objetivo de &#8220;incluí-los&#8221;, &#8220;formá-los&#8221;, &#8220;engajá-los&#8221;, &#8220;conscientizá-los&#8221;. Seria bastante presunçoso menosprezar a importância dessas iniciativas e ignorar que muitas delas possibilitam acesso a conhecimentos, a redes e a oportunidades que não batem todo dia em nossa porta.</p>
<p>No afã de pensar projetos bacanas para a juventude, acabamos muitas vezes não conhecendo quem está inovando de maneira autônoma &#8211; por exemplo, desenvolvendo código antes dos 10 anos de idade (para a maior parte da minha geração, isso é simplesmente impensável &#8211; o máximo que tínhamos era acesso a telas verdes de computador em que manipulávamos alguns joguinhos). Para muitos adolescentes hoje, certas habilidades são intuitivas e certos &#8220;trabalhos&#8221;, diversão. Poderia chamar de &#8220;meta-atividades&#8221;? Fazem, da criação de um jogo, um jogo em si, uma brincadeira. Desenvolvem um código para conhecer outros. Usam recursos multimidia pra fazer arte multimidia.</p>
<p>As produções são livre e abertas &#8211; e quem disse que só o monopólio de exploração da obra estimula a inovação? Essas iniciativas independem dos tradicionais regimes de propriedade intelectual. Arriscando um palpite, muito possivelmente essa lógica de mercado nem faz sentido para a maioria desses garotos e garotas.</p>
<p>O projeto <a href="http://www.digitalopen.org/" target="_blank">Digital Open</a> é uma iniciativa do <a href="http://www.iftf.org/" target="_blank">Institute for the Future</a> e vai premiar iniciativas, realizadas por jovens de até 17 anos, abertas ou livres e que inovem no uso de tecnologias. As inscrições vão até dia 15/08. Os prêmios vão de tocadores de MP3 a laptops &#8211; e somam 15 mil dólares. Mas, independentemente deles, o bacana é participar da comunidade é entrar em contato com tantos outros jovens inovadores de todo o mundo. Veja a <a href="http://digitalopen.org/project-list" target="_blank">lista de projetos já inscritos</a>.</p>
<p>Nenhum projeto brasileiro figura ainda na lista. Estou aqui justamente pra fazer um chamado à inscrição de projetos nacionais. Adolescentes, pais de adolescentes, pessoal que passou pelo <a href="http://hackerteen.com.br/" target="_blank">Hackerteen</a>, a galera das comunidades brasileiras de <a href="http://www.cosplaybr.com.br/content/" target="_blank">Cosplay</a>, a garotada que frequenta o <a href="http://www.campus-party.com.br/" target="_blank">Campus Party</a>, e quem mais estiver inovando por aí, inscrevam-se, divulguem. Vamos propagar a notícia?</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www.culturadigital.br/blog/author/oonacastro/" target="_blank"><em>Oona Castro</em></a></p>
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		<title>ô viagem pra não sair do lugar</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 13:18:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segunda viagem certa que dá errado! Primeiro Santa Maria-RS, por conta de todo o processo desgastante de cancelamento na Justiça da Feira Internacional de Economia Solidária. Desgaste profundo! Até um dia antes estava confirmada a minha ida e no dia seguinte nada feito. Agora foi a vez do 2º Módulo de formação do CFES-Sudeste, programado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segunda viagem certa que dá errado! Primeiro Santa Maria-RS, por conta de todo o processo desgastante de cancelamento na Justiça da Feira Internacional de Economia Solidária. Desgaste profundo! Até um dia antes estava confirmada a minha ida e no dia seguinte nada feito. Agora foi a vez do 2º Módulo de formação do CFES-Sudeste, programado para Vitória-ES. Amanhã viajaria às 11 horas, mas ontem fiquei sabendo que por problemas licitatórios a atividade será adiada. Sou o homem que mais viaja sem sair do canto.</p>
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		<title>faxina</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 01:35:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marcelo inacio</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Saramago]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho uma amiga que diz que não apanhava do pai e da mãe quando pequena. Por isso, não teve vontade de escrever um blogue. Olhando na minha lista de linques aí do lado, lembrei disso. Antes escrevia no sítio com frequência quase diária, daí veio a fase das frases soltas, depois fiquei meses sem escrever nada (isso ainda acontece bastante hoje). Ainda assim, frequentava alguns destes linques, dos que bravamente mantinha suas páginas atualizadas, cheias de novidades, textos estimulantes e por aí vai. Nessa atual faxina, constatei que pelo menos metade dos meus linques vai dançar. São blogues abandonados, cheio de pó e cheiro de naftalina. Será que o trauma da surra passou pra todo mundo? Me conforta, ao menos, saber que uns vão embora e outros chegam. Na lista nova, certamente estará o blogue do Saramago.</p>
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